Autonomia e Flexibilidade Curricular: desafios, exigências e implicações
(CCPFC/ACC-
104353/19)

   

Modalidade:

 Oficina de formação
   

Duração:

 25 horas presenciais + 25 horas de trabalho autónomo
   
Destinatários:  Educadores de infância e professores dos ensinos básico, secundário e educação especial
   
Formadora:  Ana Granja
   
Número de turmas:  4
   
Locais de realização:  Turma 1 AE Águas Santas
 Turma 2 AE Gonçalo Mendes da Maia

 Turma 3 AE Dr. Vieira de Carvalho
 Turma 4 AE Castêlo da Maia
   
Turmas previstas:  Turma 1 AE Águas Santas
 Turma 2 AE Gonçalo Mendes da Maia

 Turma 3 AE Dr. Vieira de Carvalho
 Turma 4 AE Castêlo da Maia
   
seleção dos formandos:  Turma 1 AE Águas Santas
 Turma 2 AE Gonçalo Mendes da Maia

 Turma 3 AE Dr. Vieira de Carvalho
 Turma 4 AE Castêlo da Maia
   
:::::::::::::::::::::::::: PROG RAMA DA AÇÃO ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
   
Objetivos: Conhecer os fundamentos curriculares e pedagógicos do PAFC - DL 55/2018.
Reconhecer as novas opções curriculares e os princípios orientadores para as práticas integradas de gestão flexível do currículo;
Compreender os desafios e exigências dos Domínios de Autonomia Curricular e capacitar para a sua operacionalização e para soluções organizativas e pedagógicas adequadas ao contexto;
Criar dinâmicas de trabalho cooperativo entre os professores;
Promover a reflexão sobre o processo de avaliação de aprendizagens e estimular a mudança de práticas.
Criar dinâmicas de Avaliação Formativa que concorram para a aprendizagem e envolvam os alunos no processo de avaliação.
Construir, executar (em espaços reais de aprendizagem) e avaliar projetos de diferente natureza, tendo em conta a diversidade dos alunos, contextos, áreas do saber e recursos existentes.

   
Conteúdos:

1. Estratégia Nacional de Política Educativa: medidas e documentos curriculares que as suportam. (exploração teórica e prática)
1.1. Enquadramento teórico e legal.
1.2. Documentos orientadores
1.2.1 Atividade prática com trabalhos de grupo e debate em grande grupo.
2. Autonomia e Flexibilidade Curricular (exploração teórica)
2.1. Fundamentos Curriculares e Pedagógicos.
2.2. Operacionalização: desafios e exigências
2.3. Princípios orientadores e finalidades
2.5. Matrizes Curriculares e AFC
2.6. Cidadania e Desenvolvimento
2.7. Prioridades e Opções Curriculares estruturantes
2.8. Dinâmicas Pedagógicas
3. Avaliação das Aprendizagens (exploração teórica e prática)
3.1 Finalidades, modalidades e princípios
3.2. Referenciais da Avaliação
3.3. Avaliação Formativa
3.4. Critérios de avaliação
3.4.1. Atividade prática com trabalhos de grupo e debate em grande grupo em torno da exploração de casos práticos e construção de critérios e instrumentos de apoio à avaliação das aprendizagens, numa lógica de trabalho colaborativo.
4. Domínios da Autonomia Curricular (exploração teórica e prática)
4.1. Estratégias de construção dos DAC
4.2. Gestão flexível dos horários.
4.2.1. Atividade prática com trabalhos de grupo e debate em grande em torno da exploração de casos prático e criação de alguns DAC.
5. Desafios Pedagógicos (exploração teórica)
5.1. Possibilidades de operacionalizar a Pedagogia de Projeto
5.2. Organização de comunidades de Aprendizagem
53. Trabalho cooperativo entre docentes
6. Planificação, construção e operacionalização de um DAC para aplicar em contexto de trabalho com os alunos (trabalho autónomo).
6.1. Desenvolvimento de um Plano de Ação.
6.2. Concretização do plano de ação.
6.3. Reflexão sobre a implementação do plano de ação.
7. Balanço final
7.1. Apresentação em grande grupo dos trabalhos realizados e eventual correção/melhoria de estratégias e/ou instrumentos.
7.2. Reflexão em grande grupo sobre vantagens e/ou constrangimentos da aplicação de técnicas e instrumentos de avaliação formativa.
7.3. Avaliação do trabalho autónomo: Autoavaliação.

   
Metodologia:

Presencial
Esta oficina englobará situações de exploração de quadros teóricos e práticos e situações de intervenção em que cada participante aplicará nos seus contextos de prática as ferramentas e estratégias exploradas ao longo das sessões. Numa fase final, serão apresentados os trabalhos executados ao nível dos espaços reais de aprendizagem e será realizado um balanço da ação.
Assim, a oficina divide-se em três fases:
1ª - Serão abordados aspetos teóricos, exploradas boas práticas, ferramentas técnicas adequadas e produzir-se-ão materiais de intervenção concretos, considerados pelo conjunto de participantes como a resposta mais adequada à operacionalização das diferentes medidas e orientações elencados no DL 55/2018 (Pontos de 1 a 5: 22h presenciais).
3ª - De análise/discussão/reflexão, com espaço para debate, partilha de experiências, reflexões, perspetivas e propostas de intervenção futura (Ponto 7: 3h presenciais).
Trabalho autónomo
2ª - De intervenção no terreno, através do desenvolvimento de um projeto (DAC ou Pedagogia de Projeto) que inclua a planificação, construção, operacionalização e avaliação, em contexto de trabalho com os alunos. (Ponto 6: 25h não presenciais de trabalho autónomo).

   
Regime de avaliação:

 Os formandos serão avaliados nos termos definidos pelo Decreto- lei nº 22/2014 e Despacho n.º 4595/2015, tendo em conta os seguintes parâmetros/critérios: quantidade e qualidade da participação nas sessões presenciais e relatório individual de reflexão crítica, de acordo com o programa da ação e os artigos 16º, 17º e 18º do Regulamento Interno do CFAE maiatrofa.