Os dispositivos movéis como pontes entre saberes e afazeres
(CCPFC/ACC-103743/19)

   

Modalidade:

 Oficina de formação
   

Duração:

 25 horas presenciais + 25 horas de trabalho autónomo
   
Destinatários:  Docentes dos ensinos básico e secundário e de educação especial
   
Formadores:  Inês Rodrigues e Filipe Castro
   
Número de turmas:  2
   
Locais de realização:  Turma 1 AE Castêlo da Maia
 Turma 2 AE Castêlo da Maia
   
Turmas previstas:  Turma 1 AE Castêlo da Maia
 Turma 2 AE Castêlo da Maia
   
   
seleção dos formandos:  Turma 1 AE Castêlo da Maia
 Turma 2 AE Castêlo da Maia
   
::::::::::::::::::::::::::::: PROGRAMA DA AÇÃO ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
   
Objetivos: Com esta oficina pretendemos que os formandos…
- façam uma utilização racional e eficiente das novas tecnologias nas suas atividades letivas;
- integrem as componentes científica, técnica e pedagógica na elaboração de planos de aula com recursos digitais;
- construam e apliquem estratégias que incluam a utilização de tablets na sala de aula;
- criem ou pelo menos adaptem recursos digitais para uso na sala de aula, ou pelos alunos fora da sala de aula;
- se tornem mais proficientes na utilização dos tablet;
- utilizem de forma colaborativa as plataformas digitais.
   
Conteúdos:

1. O Tablet
- A importância da utilização do Tablet em contexto de trabalho colaborativo
- Elaboração e discussão das conclusões

2. O projeto transdisciplinar e as ferramentas de trabalho
- Apresentação das ferramentas selecionadas pelos formandos e análise das mesmas
- Contextualização da apropriação do projeto transdisciplinar no sistema educativo do nosso país
- Integração com os conteúdos programáticos
- O Projeto transdisciplinar como mecanismo para uma cidadania ativa
- Incentivos à produção de conteúdos digitais tendo por base a definição do aluno como nativo informático
- Princípios da utilização do Tablet em projeto transdisciplinar

3. A metodologia de projeto
- Questão de partida
- Operacionalização de conteúdos
- Gestão interdisciplinar de um projeto
- Aplicações que potenciam a metodologia de projeto
- Metodologias usadas para na “metodologia de projeto”

4. O conteúdo digital no projeto transdisciplinar
- Aplicações colaborativas
- Trabalhar conceitos científicos e/ou conceitos linguísticos em plataformas digitais
- A comunicação e rigor de linguagem no conteúdo multimédia

5. A pesquisa de informação no meio digital
- Regras básicas para a utilização de conteúdo digital

6. Operacionalizar áreas curriculares distintas num único produto
- Realizar alguns exercícios práticos de conhecimento e aprendizagem na metodologia de projeto
- Utilizar meios digitais para transmitir a informação
- Criar protocolo de interação
- Apresentar conteúdos produzidos

7. Abordagem da perspetiva CTS (Ciência Tecnologia e Sociedade) do ensino das ciências e das tecnologias;
- O trabalho prático laboratorial, através de apps, como investigação que envolve a resolução de problemas numa perspetiva CTS
- A observação e identificação de Situações - Problema
- A identificação de situações - problema e a definição de estratégias para as resolver
- Diferentes pedagogias para utilização desta tecnologia – o Modelo Flipped Classroom
- A preparação de planos de aula numa perspetiva CTS e transdisciplinar

8. A cidadania e a transmissão da informação no mundo global
- Identificação dos princípios da literacia digital e da inclusão digital
- O software como ferramenta de inclusão
- Identificação de situações-problema no contexto escolar e estratégias de resolução
- O Storytelling digital como elemento agregador transdisciplinar
- Preparação de atividades transdisciplinares tendo por base o Storytelling

9. Planificação de uma atividade transdisciplinar a efetivar como trabalho autónomo
- Nesta sessão, com o apoio dos formadores, e tendo em conta as técnicas e os conceitos abordados, os formandos elaborarão um plano de trabalho a desenvolver com os seus alunos e pares

10. Acompanhamento do desenvolvimento do trabalho autónomo dos formandos
- Nesta sessão, os formandos darão conta do trabalho que estão a desenvolver no sentido de resolver problemas e enriquecer o projeto de cada um pela partilha entre pares

11. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos no trabalho autónomo

   
Metodologia:

Presencial
Nas sessões que tratam os pontos do 1 a 8 os assuntos são apresentados pelos formadores seguindo-se momentos de execução de tarefas práticas propostas pelos formadores e experimentação livre dos recursos abordados. Nesta fase, os formandos poderão experimentar os recursos apresentados com os seus alunos, iniciando assim o seu trabalho autónomo da oficina.
Na sessão referenciada como 9, os formandos planificam o seu trabalho autónomo que consiste na utilização dos recursos e estratégias apresentados nas sessões presenciais, num conjunto de atividades letivas, isto é, nas suas aulas com os seus alunos.
A sessão referenciada com o ponto10, é destinada a fazer o acompanhamento do trabalho autónomo dos formandos. Cada formando terá oportunidade de partilhar as suas ideias e experiências já efetuadas, relativamente ao seu trabalho autónomo, no sentido de corrigir rotas e aprofundar o trabalho.
As 5 horas presenciais finais são destinadas à apresentação dos trabalhos produzidos no trabalho autónomo. São repartidas por cada formando seguindo-se debate no sentido de aprofundar as experiências de cada um.

Trabalho autónomo:
O trabalho autónomo a desenvolver pelos formandos consiste:
- experimentação com os alunos de recursos apresentados nas sessões presenciais;
- um conjunto de atividades letivas que utilizarão recursos e estratégias de ensino tratadas nas sessões presenciais;
- preparação para a partilha entre pares das atividades desenvolvidas com os alunos.

   
Regime de avaliação:

 Os formandos serão avaliados nos termos definidos pelo Decreto- lei nº 22/2014 e Despacho n.º 4595/2015, tendo em conta os seguintes parâmetros/critérios: quantidade e qualidade da participação nas sessões presenciais e relatório individual de reflexão crítica, de acordo com o programa da ação e os artigos 16º, 17º e 18º do Regulamento Interno do CFAE maiatrofa.